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Butterfly

'Il vero amore è la generosità'

Olá

                                           

 

 

 

 

Fernando Pessoa

Deste modo ou daquele modo,
Conforme calha ou não calha,
Podendo às vezes dizer o que penso,
E outras vezes dizendo-o mal e com misturas,
Vou escrevendo os meus versos sem querer,
Como se escrever
 não fosse uma coisa feita de gestos,
Como se escrever
fosse uma coisa que me acontecesse
Como dar-me o sol de fora.

Procuro dizer o que sinto
Sem pensar em que o sinto.
Procuro encostar as palavras à idéia
E não precisar dum corredor
Do pensamento para as palavras.

Nem sempre
 consigo sentir o que sei que devo sentir.
O meu pensamento
 só muito devagar atravessa o rio a nado
Porque lhe pesa o fato
 que os homens o fizeram usar.

Procuro despir-me do que aprendi,
Procuro esquecer-me
 do modo de lembrar que me ensinaram,
E raspar a tinta
 com que me pintaram os sentidos,
Desencaixotar as minhas emoções verdadeiras,
Desembrulhar-me e ser eu,
Um animal humano que a Natureza produziu.

E assim escrevo, querendo sentir a Natureza,
 nem sequer como um homem,
Mas como quem sente a Natureza, e mais nada.
E assim escrevo, ora bem, ora mal,
Ora acertando com o que quero dizer,
 ora errando,
Caindo aqui, levantando acolá,
Mas indo sempre no meu caminho
 como um cego teimoso.

Ainda assim, sou alguém.
Sou o descobridor da Natureza.
Sou o argonauta das sensações verdadeiras.
Trago ao Universo um novo Universo
Porque trago ao Universo ele próprio.

Isto sinto e isto escrevo
Perfeitamente sabedor e sem que não veja
Que são cinco horas do amanhecer
E que o sol, que ainda não mostrou a cabeça
Por cima do muro do horizonte,
Ainda assim já se lhe vêem as pontas dos dedos
Agarrando o cimo do muro
Do horizonte cheio de montes baixos.

Ma il dolce viso

                          

                                      


Ma il dolce viso che s’inombra,

gli occhi sbiancati,  

la parola che vacilla

e sprofonda nel cuore,

e quel fuggire

lungo, sparso, di tutto il sangue;

il punto

in cui non c’è che una vita,

la vita col suo morire e ricrearsi eterno:

quello è pur nostro bene,

palpitante amicizia dei sensi,

fuggitiva luce di gioia,

nostra disperatamente breve ora d’immortalità.

 

* Poesia di Diego Valeri

 

 

ehehehe

                     

 

 

GARCIA LORCA

Se as minhas mãos pudessem desfolhar

Eu pronuncio teu nome

nas noites escuras,

quando vêm os astros beber na lua

e dormem

nas ramagens das frondes ocultas.

E eu me sinto oco de paixão

 e de música.

Louco relógio

que canta mortas horas antigas.

Eu pronuncio teu nome,

nesta noite escura,

e teu nome me soa

mais distante que nunca.

Mais distante que todas as estrelas

e mais dolente que a mansa chuva.

Amar-te-ei

como então alguma vez?

Que culpa tem meu coração?

Se a névoa se esfuma,

que outra paixão me espera?

Será tranqüila e pura?

Se minhas mãos

pudessem desfolhar a lua!!

********************************************************************************************************************

Potessero le mie mani sfogliare

Pronunzio il tuo nome

nelle notti scure,

quando sorgono gli astri

per bere dalla luna

e dormono le frasche

delle macchie occulte.

E mi sento vuoto

di musica e passione.

Orologio pazzo

che suona antiche ore morte.

Pronunzio il tuo nome

in questa notte scura,

e il tuo nome risuona

più lontano che mai.

Più lontano di tutte le stelle

e più dolente della dolce pioggia.

T'amerò

come allora qualche volta?

Che colpa ha mai questo mio cuore?

Se la nebbia svanisce,

quale nuova passione mi attende?

Sarà tranquilla e pura?

Potessero le mie mani

Sfogliare la luna

 

NO WAR

     

 

INSTRUÇÕES PARA ENTENDER O QUE È A GUERRA:

SIGAM A LINHA TRAÇADA E COLOQUEM A FOTO DO SEU FILHO

 

Felicidades/Auguri

 

 

       FELICIDADES A TODAS AS MULHERES!

 

*IMAGEM RETIRADA DE MENSAGENS DO CASTELO DOS SONHOS

 

A MARCA DO AMOR

                                                

 

*NEC TECUM NEC SINE TE*

*NEM CONTIGO NEM SEM TI*

 

"É A ALMA SENSITIVA ,

ONDE SE ESTAMPA A MARCA DO AMOR.

POR ISTO PERMANCE MESMO

QUANDO

QUEM LHE DEU ORIGEM DESAPARECE.

DA MESMA FORMA

QUE DURANTE O SONO

PERMANCE A LEMBRANÇA DA RESPIRAÇÃO.

POR ISSO

PODEMOS AMAR OS QUE NÃO VEMOS.

POR ISTO PODEMOS AMAR

QUEM JÁ MORREU."

 

 

IO/EU

                

 

'RESISTO A TUTTO

TRANNE CHE ALLE TENTAZIONI.'

 

'RESISTO A TUDO

MENOS AS TENTAÇÕES'